Tópicos
- Aos Leitores (20)
- Breves (968)
- Cartas (44)
- Cultura (45)
- Economia (176)
- Editorial (76)
- Efeméride (55)
- Liberdades (541)
- Mundo (917)
- País (1389)
- Política (1414)
- Sociedade (285)
- Trabalho (463)
- Tribuna (17)
- Ver-Ouvir-Ler (37)
Links
Número de consultas:
(desde 7 Outubro 2007)
Última actualização do site:
16 Outubro 2026
Tópico: Economia
A importância da cimeira dos BRICS
Editor / Rui Lourido — 30 Agosto 2023

Os meios ocidentais tentaram por todos os processos, e desde há longos meses, diminuir a importância da cimeira dos BRICS realizada há uma semana na África do Sul. Uma informação objectiva, porém, dá conta de que os países do chamado Sul Global reunidos em Joanesburgo deram um passo importante no sentido de se libertarem da tutela do ocidente imperialista, congregando-se para estabelecer relações de colaboração que lhes permitam não apenas prescindir, mas também rejeitar as instituições internacionais que os têm sujeitado à eterna condição de países dependentes.
Os limites da globalização imperialista
Editor / Domenico Moro — 17 Agosto 2023

O artigo seguinte, do italiano Domenico Moro, procura realçar as contradições que crescem presentemente no mundo capitalista em resultado da guerra económica movida pelos EUA contra a China, seu principal competidor. A divisão que está em marcha entre os dois colossos arrasta para um ou outro lado economias e países de todo o globo, apontando para a formação de dois campos económicos opostos e em confronto político.
Lucros da banca e moral oficial
Urbano de Campos — 1 Agosto 2023

Os lucros da banca que actua em Portugal, revelados nos últimos dias, deram aos meios de comunicação oportunidade para veicular uns quantos reparos moralistas. O moralismo consistiu nisto: manifestar uma espécie de comiseração para com o cidadão comum, aflito para pagar as contas, ao mesmo tempo que se justificava a opulência da banca como coisa absolutamente impoluta e inelutável. Como quem nos diz: “Temos pena, mas são estas as regras do jogo”.
Sentença do BCE: os assalariados que paguem
Manuel Raposo — 1 Julho 2023

Fiel ao preceito de “primeiro manducar, depois filosofar”, o fórum do Banco Central Europeu reunido em Sintra começou com um jantar no dia 26. No encerramento, dois dias depois, a presidente Christine Lagarde não deixou margem de dúvida acerca de quem deve pagar os custos da inflação e do tem-te-não-caias da economia europeia: os trabalhadores assalariados. As piores previsões feitas no final do ano passado confirmaram-se por inteiro: retrocesso económico, subida dos preços, desvalorização dos salários. Mas houve quem ganhasse: o grande capital.
A extorsão dos países dependentes
Editor / Xin Ping — 28 Maio 2023

O “mistério” da pobreza recorrente dos países dependentes, ou das suas sucessivas insolvências, fica mais claro quando se entende o mecanismo de extorsão sistemática praticada contra eles pelo capital imperialista. A grande finança tem neste processo um papel determinante. Debaixo da designação respeitável de “fundos de investimento” abrigam-se verdadeiras equipas de profissionais do crime organizado (dotadas de especialistas de toda a natureza: jurídica, financeira, política…) que avaliam as presas e decidem quando e como as atacar. Merecem por isso a designação mais justa de fundos abutres.
Crise financeira sobre fundo de guerra
Manuel Raposo — 14 Maio 2023

Desde começos de março, quando faliu o Silicon Valley Bank, repetem-se as declarações dos poderes públicos afiançando a segurança do sistema financeiro norte-americano e europeu. Os factos, porém, mostram que as ameaças de falências persistem sem que os remédios produzam as melhoras desejadas. De facto, os avisos que apontam para um mal de raiz afectando todo o sistema financeiro ocidental, e possivelmente mundial, afirmam sem sombra de dúvida que o problema ultrapassa em muito os colapsos até agora verificados.
A guerra, para além das armas
Editor / Dominique Delawarde — 19 Abril 2023

A insistência com que os governos ocidentais e todos os grandes meios de comunicação falam, ao detalhe, da guerra na Ucrânia (desde as operações militares às minúcias dos armamentos) vai a par de um silêncio comprometido acerca das alterações na paisagem económica do mundo, que a guerra não desencadeou em primeira mão, mas veio incrementar. O potencial e efectivo crescimento do conjunto de países que não alinhou nas sanções do Ocidente contra a Rússia contrasta com o marasmo e o retrocesso verificado nas economias ocidentais, como ainda recentemente o insuspeito FMI não pôde deixar de revelar em números. Que importância tem esta evidência?
O mundo já mudou
Editor / O Comuneiro — 11 Abril 2023

À vista de uma catástrofe financeira largamente anunciada, o Ocidente aproxima-se de um abismo de profundidade e de contornos ainda por determinar, mas que não será seguramente coisa ligeira. O desfecho que se pode antever da contenda que se trava entre o sistema imperialista ocidental e o resto do mundo terá certamente uma dimensão histórica. Querer manter equidistância e indiferença perante este confronto, será sinal de inconsciência, de má-fé ou de diletantismo — e só resultará em impotência política. O mundo já mudou, só não se sabe em que exacta medida.
A exploração de trabalho infantil nos EUA
Editor / Workers World — 17 Março 2023

Como a base da civilização é a exploração de uma classe por outra classe, alertava Friedrich Engels em 1884, cada progresso da produção é simultaneamente um retrocesso na situação da classe oprimida. Poderia pensar-se que, século e meio volvido, tal drama tivesse sido ultrapassado e que o “crescimento económico” proporcionasse óbvio bem-estar às populações colocadas na senda do “progresso”. O dia a dia dos trabalhadores de hoje, em todos os cantos do planeta, desmente tal ideia. Mas a denúncia recente de exploração de mão-de-obra infantil nos EUA vem dar ao caso uma outra dimensão.
Ponto de mira
Uma dívida que não é nossa, uma guerra que não queremos
Editor — 13 Outubro 2022
Quer o Orçamento do Estado quer o “acordo de rendimentos” firmado há dias na Concertação Social consagram a perda de poder de compra dos trabalhadores diante da inflação. Nem os salários são aumentados ao nível da carestia, nem a especulação com os preços é travada. Esta espoliação marca a linha política do Governo e mostra — para lá de todas as “ajudas” e de todo o palavreado — quais as classes sociais que o Governo sacrifica no altar da crise económica.