Tópicos
- Aos Leitores (20)
- Breves (968)
- Cartas (44)
- Cultura (42)
- Economia (160)
- Editorial (76)
- Efeméride (51)
- Liberdades (522)
- Mundo (895)
- País (1375)
- Política (1383)
- Sociedade (263)
- Trabalho (453)
- Tribuna (15)
- Ver-Ouvir-Ler (37)
Links
Número de consultas:
(desde 7 Outubro 2007)
Última actualização do site:
28 Janeiro 2026
Barbárie sob bandeira democrática III
Rand Corporation: como abater a Rússia
Manlio Dinucci (*) — 9 Outubro 2019
As conclusões de um relatório confidencial da Rand Corporation foram tornadas publicas recentemente, num brief [realizado em Maio de 2019]. O documento revela como gerir a nova Guerra Fria contra a Rússia. Algumas recomendações já estão a ser concretizadas, mas esta apresentação sistemática ajuda a compreender o seu verdadeiro objectivo.
Autoritarismo de Costa não tira férias
António Louçã — 6 Outubro 2019
A cena em que o primeiro-ministro se exalta contra um idoso e cresce para ele é, talvez, uma derrapagem que em retrospectiva o próprio Costa preferia ter evitado. Mas é daquelas derrapagens que nos revelam, até pela sua espontaneidade, o que poderia tornar-se um PS descontrolado, a reinar sobre o país com maioria absoluta.
O internacionalismo deles
António Louçã — 5 Outubro 2019
Donald Trump é um chauvinista furioso, que sonha em voz alta com fossos cheios de crocodilos para deter os migrantes latino-americanos na fronteira dos Estados Unidos, que arranca as crianças migrantes dos braços das suas mães e que manda abrir fogo para as pernas de quem pede para entrar. Tudo isto não é apenas retórica: o chauvinismo de Trump mata.
Barbárie sob bandeira democrática II
EUA: 20 a 30 milhões de mortes desde 1945
Manlio Dinucci (*) — 4 Outubro 2019
Não é uma análise, nem mesmo uma opinião: é um facto. A “ordem internacional livre e aberta”, promovida desde 1945 pelos Estados Unidos, custou a vida de 20 a 30 milhões de pessoas em todo o mundo. Nenhum presidente, fosse ele qual fosse, conseguiu mudar o ritmo desta máquina da morte.
No resumo de seu último documento estratégico — Estratégia de Defesa Nacional dos EUA, 2018 (cujo texto completo permanece em segredo) — o Pentágono afirma que “depois da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos e os seus aliados instauraram uma ordem internacional livre e aberta para salvaguardar a liberdade e os povos da agressão e da coerção”, mas que “agora esta ordem está a ser minada pela Rússia e pela China, que violam os princípios e as regras das relações internacionais”. Eis uma alteração completa da realidade histórica.
Barbárie sob bandeira democrática I
As sanções matam
Workers World (*) — 30 Setembro 2019
A generalidade das populações dos países Ocidentais vê com indiferença, quando não apoia, as intervenções do imperialismo, norte-americano ou europeu, em qualquer outra parte do mundo. Sejam elas acções militares, sanções económicas, ameaças diplomáticas ou conspirações políticas, directas ou por procuração. Tornam-se assim cúmplices de crimes, de dimensão muitas vezes desconhecida, cometidos contra milhões de pessoas.
Cimeira do Clima em tom de farsa
Urbano de Campos — 25 Setembro 2019
A farsa mundial montada à volta da adolescente sueca Greta Thunberg chegou ao cume com o discurso patético que a jovem fez em Nova Iorque, na Cimeira da Acção Climática. De lágrima teatral e voz embargada, “acusou” os dirigentes mundiais de não fazerem “o suficiente”. Uma reclamação à medidas das conveniências: é preciso que o mundo inteiro acredite que a solução sairá das mãos dos dirigentes mundiais e de dentro do próprio sistema que eles cuidam em manter.
Uma campanha alegre
Manuel Raposo — 17 Setembro 2019
Quem tenha assistido aos frente-a-frente televisivos entre António Costa e Jerónimo de Sousa, e entre António Costa e Catarina Martins ficou com dados para perceber porque é que o PS se abeira da maioria absoluta, deixando o PCP e o BE a uma distância muito maior do que há quatro anos (*). Não só os números dizem quem ganhou com a aliança governativa, como os debates mostram porquê.
A abstenção é de esquerda?
António Louçã — 11 Setembro 2019
A política institucional que temos não desperta entusiasmos nem atrai simpatias. Os acordos de bastidores, os golpes baixos da polémica, a intriga permanente dos lobbies económicos, a venalidade de muitos eleitos e eleitas – tudo isso é moeda corrente na rotina parlamentar, e de tal modo se tornou regra que o povo descrê das excepções, perde sensibilidade para os matizes e faz pagar aos poucos justos como aos muitos pecadores.
Nova crise? Velho problema
Manuel Raposo — 5 Setembro 2019
Em tom ligeiro e de passagem — talvez para poderem vir a dizer “nós alertámos” — o primeiro-ministro e o presidente da República referiram recentemente a possibilidade de uma nova crise económica e financeira mundial. Para sossegar os espíritos, fizeram crer que, nessa eventualidade, o país estaria “mais bem preparado” em resultado quer da “maior robustez” das finanças públicas, quer da nova lei do trabalho — como se isso fosse barreira a um vendaval como o que se desencadeou em 2008. São declarações tão tranquilizantes como o são os comprimidos para dormir.
Governo patronal-socialista contra o direito de greve
António Louçã — 20 Agosto 2019
Tinha de ser a “geringonça”, para fazer o que nenhum governo de direita alguma vez ousaria: serviços mínimos a 100 por cento, requisição civil desde o primeiro dia, militares a fazerem de motoristas, motoristas procurados em casa pela polícia e conduzidos para trabalhos forçados sob ameaça de prisão. Mas ninguém pense que este foi um ataque de pânico dos patronal-socialistas perante uma greve especialmente perigosa. Para eles, cada greve é agora um incêndio e o alarmismo tornou-se uma panaceia universal.
