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Tópico: Liberdades
Nuno Santos, Luís Castro e Ana Pitas – tudo boa gente
Pedro Goulart — 29 Novembro 2012
Ainda a propósito da manifestação de 14 de Novembro, que terminou com uma brutal carga policial, sabe-se que o inquérito interno da RTP concluiu que Nuno Santos (director de informação da estação) teria autorizado que “a PSP visionasse as imagens num sítio discreto que não no Arquivo”. E agora também se ficou a saber que dois elementos pertencentes a uma unidade secreta da PSP estiveram no gabinete de Luís Castro, subdirector da RTP (e com a presença de alguns membros da Direcção de Informação), a visualizar as imagens captadas durante a manifestação.
O 14 de Novembro e o aparelho repressivo de Estado
Carlos Completo — 19 Novembro 2012
“Do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento. Mas ninguém chama violentas às margens que o comprimem.” Bertolt Brecht
Em anterior artigo de Urbano de Campos ficou expressa a posição do Mudar de Vida no apoio à Greve Geral de 14 de Novembro. A grande dimensão por esta assumida e o seu significado apareceram, contudo, por iniciativa própria dos jornalistas ou a mando dos seus chefes, ofuscados na comunicação social pelos acontecimentos da parte final da concentração de São Bento. Apesar de não estar de acordo com a acção de alguns dos manifestantes (embora uns pudessem estar sinceramente revoltados e, outros, provavelmente, não passarem de vulgares provocadores policiais), que dedicaram grande parte do seu tempo a atirar pedras à polícia fardada, considero dever repudiar fortemente a actuação das forças repressivas.
Os frutos da troika
26 Outubro 2012
Empresários gregos têm recebido “visitas” do partido neonazi Aurora Dourada (com 18 deputados no parlamento), propondo-lhes que despeçam os trabalhadores imigrantes e contratem trabalhadores gregos de uma lista de desempregados na posse do Aurora Dourada. Por outro lado, a própria polícia grega mostrou-se recentemente preocupada ao sentir-se substituída por militantes do Aurora Dourada que efectuaram uma operação relâmpago de controlo de identidade a vendedores de rua imigrantes. Também há dias, um ministro do actual governo grego foi acusado de ter fornecido listas de imigrantes e de crianças filhas de imigrantes que os nazis prometeram expulsar dos hospitais e das creches.
A indústria em marcha
Manuel Raposo — 5 Setembro 2012
O caso, divulgado pelo Comité de Solidariedade com a Palestina, já não é muito recente, mas vale a pena recordá-lo para se ver como a imaginação terrorista do sionismo parece não ter limites. Em meados de Junho, a BBC Brasil noticiou que, sob o rótulo de “oferta turística”, foi criado em Israel um campo onde os “turistas” podem treinar “tiro ao terrorista”. Os alvos são figuras de árabes em tamanho real.
O sr. Jonathan Winer e os donos do mundo
Carlos Completo — 17 Agosto 2012
Joana Lopes e Diana Andringa, indignadas com as declarações ao Expresso de um ex-vice-secretário de Estado adjunto do tempo de Bill Clinton, Jonathan Winer (*), a propósito da decisão judicial de não extradição por Portugal de George Wright, apresentaram no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa uma queixa-crime contra este ex-dirigente norte-americano.
As razões desta queixa estão na exposição ao Procurador Geral da República onde, entre outras coisas, se pode ler:
Amadora: luta pela habitação
22 Junho 2012
Os moradores do Bairro de Santa Filomena (Amadora), ameaçados de despejo das suas casas (pois estas vão ser arrasadas), dirigiram-se pacificamente à Câmara Municipal da Amadora para entregar uma carta ao Presidente, onde expunham as suas razões quanto ao direito à habitação, que lhes querem negar. Trabalhadores com salário mínimo, pobres, desempregados, doentes, não estão em condições de arcar com rendas mais pesadas. A alternativa é ficarem na rua. E como lhes respondeu a Câmara? Com a brutalidade da intervenção da polícia municipal a uma manifestação pacífica. Mas a luta continua. Atentos ao desenrolar dos acontecimentos, manifestamos a nossa solidariedade.
Para que servem os Serviços de Informações?
Pedro Goulart — 8 Junho 2012
Segundo Júlio Pereira, secretário-geral do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP), ouvido em 1 de Junho na Comissão de Assuntos Constitucionais da Assembleia da República, os relatórios sobre figuras públicas (Pinto Balsemão ou Ricardo Costa, director do Expresso), que foram encontrados na posse de Jorge Silva Carvalho, não terão sido feitos pelos serviços que tutela. E no meio das grandes trapalhadas e da promiscuidade agora vindas a público, também surge um ministro – Miguel Relvas – mentiroso e manipulador, que procura apresentar-se como vítima!
O 11 de Setembro de Sarkozy foi curto
ZAV / MV — 29 Maio 2012
A morte, às mãos da polícia francesa, em 21 de Março, do jovem de origem argelina Moamed Merah levanta enormes suspeitas. Assassinato de Estado para obter dividendos políticos? Todo o caso em volta dos sete homicídios de Toulouse, de que Merah foi acusado, só teve como fonte de informação as autoridades francesas, designadamente a presidência e a polícia. As suspeitas lançadas sobre Merah, não são provas provadas.
Juízes europeus querem indulto para Garzón
26 Maio 2012
António Cluny, presidente da Associação de Magistrados Europeus para a Democracia e as Liberdades (MEDEL), afirmou que esta organização, que conta com 15000 membros, pede indulto para o ex-juíz Baltasar Garzón, condenado a 11 anos de inabilitação profissional, por ter ordenado escutas ilegais no caso Gurkel (escândalo de corrupção política ligado ao Partido Popular). Só se lamenta-se que o Supremo Tribunal espanhol e estes senhores magistrados tenham tido diferente atitude (calando-se) aquando dos atropelos aos direitos do povo basco e às autênticas torturas infligidas aos seus presos políticos, ordenadas ou validadas pelo então juiz Baltasar Garzón.
“Porque apoiamos o boicote a Israel”
info-palestine.net / CSP — 20 Maio 2012
As condições em que o Estado de Israel tem actuado como ferro de lança do imperialismo, sobretudo norte-americano, estão a sofrer mudanças que favorecem os direitos dos palestinos e dos povos árabes em geral. A resistência palestina em primeiro lugar, depois o forte movimento popular no Egipto que minou a base da mais importante aliança de Israel, finalmente a solidariedade internacional para com os palestinos e o crescente boicote ao apartheid israelita – são factores que complicam a vida à política sionista. Um outro movimento, este interno a Israel, conflui com os demais: o dos refuseniks, militares que se recusam a colaborar na ocupação dos territórios palestinos e a reprimir a população árabe. A declaração que publicamos é o testemunho de dois desses militares.