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Tópico: Trabalho
Mudar de Vida entrevista trabalhadores da Valorsul
“Estamos em greve a 100%”
João Repas e Vladimiro Guinot — 15 Novembro 2007
Fomos esta manhã, dia 15, a S. João da Talha, à sede da Valorsul, e encontrámos os operários determinados na sua greve. “Estamos em greve a 100%!”. Quisemos saber em que consiste e como está a decorrer esta luta.
“Em Setembro levantámos a greve porque acreditámos nas promessas da administração que, afinal, não se cumpriram. Desta vez só paramos a greve se eles nos garantirem, por escrito, que aceitam discutir o aumento salarial sem retirar direitos consignados no nosso contrato colectivo de trabalho”, começou por nos dizer Rui Magno, operador de central. “Eles querem negociar os salários em troca de direitos e isso nós rejeitamos!”
Vale a pena lutar
Urbano de Campos —
Um comunicado da direcção do Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML) informa que foram retiradas pela Câmara de Lisboa as faltas injustificadas marcadas aos cantoneiros de limpeza que se tinham recusado a prestar serviço por não lhes serem fornecidas luvas de trabalho.
A França social a ferver
José Mário Branco —
O movimento grevista alastra em França. E está com jeitos de se prolongar caso as negociações não sejam desbloqueadas, pois muitos sindicatos anunciaram greves “renováveis”. No dia 13 começaram os caminhos de ferro e os estudantes universitários. A 14 juntaram-se-lhes os trabalhadores do metro de Paris, os motoristas dos autocarros e os trabalhadores da electricidade e do gás. Para a semana será a vez de funcionários públicos, professores e juizes.
Ataque ao direito de greve a pretexto dos serviços mínimos
Urbano de Campos —
Na tarde de dia 13, primeiro dia da greve dos trabalhadores da Valorsul, agentes da PSP e da GNR foram destacados para a central de incineração de S. João da Talha, perto de Lisboa. Estavam encarregados de abrir as portas do recinto a fim de que os lixos recolhidos nos concelhos servidos pela firma fossem depositados. Hoje, dia 15, ainda lá permaneciam, a mando do ministério da Administração Interna – no que os trabalhadores consideram, e bem, uma provocação.
Trabalhadores dos Seguros em luta
Pedro Goulart —
Numa concentração realizada em 30 de Outubro junto à sede do Grupo Caixa Seguros, no largo do Calhariz, em Lisboa, mais de 100 trabalhadores protestaram contra a tentativa de lhes retirarem direitos consagrados no seu seguro de saúde e dos seus familiares. Na altura, foi apresentada uma moção subscrita por 825 trabalhadores do grupo.
Valorsul de novo em greve por tempo ilimitado
Urbano de Campos — 13 Novembro 2007
Os trabalhadores da Valorsul (empresa que procede ao tratamento dos lixos dos concelhos de Lisboa, Amadora, Odivelas, Loures e Vila Franca de Xira) entraram em greve, por tempo ilimitado, às zero horas do dia 13 em defesa de um aumento salarial de 3,7% que a administração da empresa se nega a aceitar, contrapondo apenas 2%. Os trabalhadores lutam também pela defesa dos períodos de descanso entre turnos de trabalho, a que têm direito por contrato, e que a empresa quer reduzir de 12 para 8 horas.
Os burocratas sindicais no poder
Paulo Dias e Marcelo de Souza —
O Partido dos Trabalhadores (PT), de base popular e classista, ao chegar ao poder, via eleição, acendeu a luz da esperança para os trabalhadores brasileiros. Os movimentos sociais explodiram em alegria. Entretanto, o castelo de ilusões logo ruiu. E ruiu no primeiro ano de mandato do governo Lula.
Convocadas pelos sindicatos alternativos de base
Manifestações e greves em Itália contra o Orçamento 2008 e a flexi-segurança
José Mário Branco — 12 Novembro 2007
Grandes manifestações tiveram lugar no dia 10, por toda a Itália, em apoio à greve “geral e generalizada” convocada pelas organizações sindicais alternativas, em oposição aberta às centrais sindicais do sistema, CGIL, CISL e UIL – em Bolonha, o cortejo abria com três burros ostentando os nomes das três centrais. Mais de 2 milhões de grevistas por todo o país provocaram fortes perturbações nos transportes, na educação (professores e estudantes), na saúde, na administração pública e em centenas de grandes empresas, com destaque para a Fiat, com 70 a 90% de participação operária. Houve manifestações de 50.000 em Roma e em Milão, e mais 400.000 em 25 manifestações por toda a Itália.
Um serviço aos doentes ou um negócio?
Unidade de Saúde de Coimbra em risco de fechar
José Mário Branco — 10 Novembro 2007
Está em risco de fechar, por insolvência financeira, a Unidade de Saúde de Coimbra (Fernão Mendes Pinto), um centro privado de cuidados continuados situado na Avenida Fernão de Magalhães naquela cidade. A situação põe em risco, além dos doentes que a ela recorrem, os postos de trabalho de cerca de 100 trabalhadores, dos quais 37 enfermeiros.
Trabalhadores da Câmara Municipal de Lisboa em luta contra a repressão
Manuel Monteiro — 9 Novembro 2007
Os trabalhadores de limpeza da CML, um dos sectores mais sacrificados de entre os funcionários do município, estão em luta porque dois deles, do Posto de Limpeza da Infante Santo, recusaram – conforme prevê a lei – trabalhar sem luvas protectoras. Qual a reacção das chefias? Penalizaram os dois trabalhadores com faltas injustificadas.