Tópico: Mundo

Mais um massacre

18 Dezembro 2012

Nos EUA do livre mercado, incluído o das armas, onde vigora a lei capitalista do salve-se quem puder, onde domina a lei da força, incluída a da agressão imperialista e assassina de outros povos, é lógico que, neste caldo de cultura, proliferem espíritos doentios, capazes de cometerem massacres do tipo do agora verificado numa escola primária de Connecticut, onde morreram quase 30 pessoas, sobretudo crianças. Massacres que se assemelham em muito àqueles que uns EUA orgulhosos dos seus feitos levam a cabo em vários pontos do mundo. E não será com as orações dos bispos ou com os choros de Obama que estes graves problemas da sociedade norte-americana se resolverão.


O capitalismo num beco sem saída

Manuel Raposo — 10 Dezembro 2012

O Capitalismo num Beco Sem Saída (*) é o expressivo título de um livro, publicado este ano nos EUA, que analisa a presente crise do capitalismo mundial de um ponto de vista marxista. Centrado sobretudo na situação dos EUA, o livro mostra o significado da destruição de emprego e da sobreprodução numa era de alta tecnologia e grande produtividade do trabalho. Uma obra que, a partir da actualidade, aborda não apenas os aspectos económicos da crise mas também os movimentos sociais e políticos que ela está a gerar.
O autor, o norte-americano Fred Goldstein, colabora no jornal Workers World e publicou em 2008 uma outra obra, Capitalismo de Baixos Salários (**), em que aponta os efeitos do novo imperialismo globalizado e de alta tecnologia na luta de classes nos EUA.


Em defesa de Gaza

19 Novembro 2012

O ataque em curso de Israel à população de Gaza causou já dezenas de mortos e centenas de feridos, muitos deles mulheres e crianças. Nos últimos dias as tropas de Israel assassinaram dirigentes palestinos e atacaram território sírio. Estas acções militares, que contam com o apoio dos EUA e da UE, prenunciam uma escalada guerreira cujos limites são imprevisíveis.
Condenemos o terrorismo israelita. Condenemos a conivência do governo português com os crimes de Israel.

PORTO: vigília, hoje dia 19,18h, Praceta Palestina (esquina R. Sá da Bandeira/R. Fernandes Tomás/R. do Bolhão).

LISBOA: concentração, amanhã dia 20, 14h, Rossio.


Criminoso de guerra demite-se de director da CIA

13 Novembro 2012

O general David Petraeus, antigo comandante das forças de ocupação no Iraque e no Afeganistão, demitiu-se agora de director da CIA, por se ter descoberto que mantinha duas amantes. A demissão do chefe dos espiões não foi provocada pelas responsabilidades de Petraeus nas criminosas guerras imperialistas no Iraque e no Afeganistão. Deveu-se, para além dos pretextos de eventual perigo de chantagem, à pobre e hipócrita moral vigente, que normalmente vilipendia os responsáveis políticos quando estes mantenham relações “extra-conjugais” e considera heróis os criminosos de guerra.


Os frutos da troika

26 Outubro 2012

Empresários gregos têm recebido “visitas” do partido neonazi Aurora Dourada (com 18 deputados no parlamento), propondo-lhes que despeçam os trabalhadores imigrantes e contratem trabalhadores gregos de uma lista de desempregados na posse do Aurora Dourada. Por outro lado, a própria polícia grega mostrou-se recentemente preocupada ao sentir-se substituída por militantes do Aurora Dourada que efectuaram uma operação relâmpago de controlo de identidade a vendedores de rua imigrantes. Também há dias, um ministro do actual governo grego foi acusado de ter fornecido listas de imigrantes e de crianças filhas de imigrantes que os nazis prometeram expulsar dos hospitais e das creches.


Diversão jurídica

23 Outubro 2012

O governo da Grã-Bretanha continua a ameaçar invadir a embaixada do Equador em Londres para prender o líder do Wikileaks, Julian Assange, com o fito de o enviar para a Suécia numa diversão jurídica cujo objectivo final é entregá-lo aos EUA para ser julgado pelo “crime” de ter denunciado os crimes cometidos pelo imperialismo norte-americano. Esquecem estes países as suas embaixadas espalhadas pelo mundo? Fernando Barão


Criminosos de guerra

14 Outubro 2012

O cineasta americano Oliver Stone afirmou em San Sebastian, País Basco, que os protagonistas da cimeira da vergonha nos Açores deviam ser julgados como criminosos de guerra por decretarem a invasão do Iraque que causou cerca de 1,2 milhões de mortos. Os criminosos são Bush, Blair, Aznar e Barroso. O Tribunal Penal Internacional vai ter coragem para julgar este atentado contra os direitos humanos? Fernando Barão


Luta no Estado Espanhol

9 Outubro 2012

No passado dia 7, em mais de 50 cidades do Estado Espanhol, dezenas de milhares de manifestantes protestaram em defesa dos seus direitos, contra a política do Governo e contra a proposta orçamental de 2013. Como em Portugal, também em Espanha as classes trabalhadoras e o povo estão submetidos a um brutal ataque aos seus direitos laborais e sociais. Madrid, Barcelona, Múrcia, Vitória, Bilbau e Pamplona foram os principais locais onde decorreram estas manifestações, em grande parte incentivadas pela Cimeira Social, organização integrada pelas centrais sindicais CCOO e UGT, assim como por mais 150 associações de carácter sindical, de educação, de saúde e de imigração.


A indústria em marcha

Manuel Raposo — 5 Setembro 2012

O caso, divulgado pelo Comité de Solidariedade com a Palestina, já não é muito recente, mas vale a pena recordá-lo para se ver como a imaginação terrorista do sionismo parece não ter limites. Em meados de Junho, a BBC Brasil noticiou que, sob o rótulo de “oferta turística”, foi criado em Israel um campo onde os “turistas” podem treinar “tiro ao terrorista”. Os alvos são figuras de árabes em tamanho real.


O sr. Jonathan Winer e os donos do mundo

Carlos Completo — 17 Agosto 2012

Joana Lopes e Diana Andringa, indignadas com as declarações ao Expresso de um ex-vice-secretário de Estado adjunto do tempo de Bill Clinton, Jonathan Winer (*), a propósito da decisão judicial de não extradição por Portugal de George Wright, apresentaram no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa uma queixa-crime contra este ex-dirigente norte-americano.
As razões desta queixa estão na exposição ao Procurador Geral da República onde, entre outras coisas, se pode ler:


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