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Jornalistas em greve
18 Outubro 2012
Os jornalistas da agência noticiosa Lusa estão em greve até domingo próximo. Protestam contra um corte de 30% no financiamento do Estado à agência que põe em risco o funcionamento dos serviços. Dezenas de jornalistas concentraram-se na sede da agência e em frente da residência do primeiro-ministro defendendo o serviço público e acusando o governo de, com aquela medida, atentar contra o direito a uma informação democrática. Também os jornalista do Público fazem greve esta sexta-feira em protesto contra o despedimento de 40 colegas, a pretexto de “contenção de custos”, chamando a atenção para o facto de a Sonae de Belmiro de Azevedo, proprietária do jornal, ter lucros assinaláveis.
Contra o Orçamento do Estado! Pela demissão do governo! Hoje, 18h00, São Bento, Lisboa
15 Outubro 2012
Enquanto o sistema de poder permanecer como está, seja qual for a fórmula governativa, novas medidas ditadas imperiosamente pela crise vão aparecer – encarregando-se de fazer crescer a revolta de massas.
É essa revolta que a esquerda tem de estimular.
O que há de novo na situação actual não é o fracasso das metas do governo nem as medidas recém-anunciadas – é a resposta maciça que lhes foi dada nas ruas. Foi isso que abriu a crise governativa. É isso que pode bloquear a política de austeridade.
Criminosos de guerra
14 Outubro 2012
O cineasta americano Oliver Stone afirmou em San Sebastian, País Basco, que os protagonistas da cimeira da vergonha nos Açores deviam ser julgados como criminosos de guerra por decretarem a invasão do Iraque que causou cerca de 1,2 milhões de mortos. Os criminosos são Bush, Blair, Aznar e Barroso. O Tribunal Penal Internacional vai ter coragem para julgar este atentado contra os direitos humanos? Fernando Barão
D. José Policarpo esperneia
14 Outubro 2012
A profundidade da crise do capitalismo ajuda a clarificar as posições de classe de cada um. Em conferência de imprensa para apresentar a peregrinação de 12 e 13 de Outubro, em Fátima, D. José Policarpo condenou as actuais manifestações de rua. Quando, finalmente, milhares de pessoas decidem defender os seus direitos, o cardeal pergunta “até que ponto construímos saúde democrática com a rua a dizer como se deve governar?”. Quando as injustiças da austeridade são postas em causa, o bispo afirma que “não se resolve nada contestando, indo para grandes manifestações” e, tão pouco, “com uma revolução”, uma vez que “estes problemas foram criados ao longo de muito tempo”.
Queremos saber
10 Outubro 2012
A famosa compra de dois submarinos à Alemanha por mil milhões de euros pelo então ministro da Defesa Paulo Portas, do PM Durão Barroso, esteve sempre envolta em mistério. Agora de novo na ribalta, o actual ministro dos Negócios Estrangeiros de Passos Coelho remete-se ao silêncio. Onde estão as contrapartidas de 890 milhões de euros? Quem roubou os documentos do contrato? Fernando Barão
Proveitosas coincidências
A propósito de Passos Coelho, Miguel Relvas e da Tecnoforma
Carlos Completo — 10 Outubro 2012
Em 2003, Miguel Relvas era secretário de Estado da Administração Local do governo de Durão Barroso e tutelava o programa “Foral”, composto por dinheiros do Fundo Social Europeu e do Estado português, destinados à formação profissional ao nível das autarquias. Este programa era da competência do secretário de Estado da Administração Local, mas a aprovação dos projectos apresentados por empresas privadas na região Centro era feita pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, dirigida por Paulo Pereira Coelho, também do PSD.
Luta no Estado Espanhol
9 Outubro 2012
No passado dia 7, em mais de 50 cidades do Estado Espanhol, dezenas de milhares de manifestantes protestaram em defesa dos seus direitos, contra a política do Governo e contra a proposta orçamental de 2013. Como em Portugal, também em Espanha as classes trabalhadoras e o povo estão submetidos a um brutal ataque aos seus direitos laborais e sociais. Madrid, Barcelona, Múrcia, Vitória, Bilbau e Pamplona foram os principais locais onde decorreram estas manifestações, em grande parte incentivadas pela Cimeira Social, organização integrada pelas centrais sindicais CCOO e UGT, assim como por mais 150 associações de carácter sindical, de educação, de saúde e de imigração.
As razões da UGT
9 Outubro 2012
João Proença, líder da UGT, deu como razões para não aderir à greve geral anunciada pela CGTP o facto de os objectivos apontados serem “Fora a troika, abaixo o governo”. Ora, estas foram precisamente as razões que levaram à rua nos dias 15 e 29 de Setembro centenas de milhares de pessoas por todo o país. Em Janeiro, Proença e a UGT fizeram o frete ao governo de assinar um acordo de concertação social prevendo o aumento dos dias de trabalho, despedimentos mais baratos, horas extra de borla, menos subsídios de desemprego e por aí fora. Proença falou então em “vitória dos trabalhadores”. Agora que essas medidas são repudiadas publicamente por todo o lado, a UGT volta a amparar o governo.
E se o rebanho acorda?
9 Outubro 2012
O governo de ocupação da troika, com o apoio do PR e do PS, tratam a maioria dos portugueses como se trata uma carneirada uniforme e adormecida. Mas se o rebanho acordar e tresmalhar, como vai ser? Fernando Barão
Uma chatice…
3 Outubro 2012
“Os cidadãos perceberam que manifestando-se na rua conseguem inverter medidas que o governo tinha tomado.” (António Costa, director do Diário Económico, à TSF em 2 de Outubro)
“Os partidos do governo perdem apoio… O espectro de eleições paira aí… A rua passou a conseguir inverter decisões [do governo].” (P. Marques Lopes, à SIC Notícias em 2 de Outubro)
