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Perigos e oportunidades para a Palestina na era de Trump
2 Maio 2018

Palestra, 5a feira, 10 Maio, 21 horas, Pequeno Auditório da Culturgest, Lisboa, entrada gratuita
O Comité de Solidariedade com a Palestina e o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, com o apoio da Culturgest, promovem uma palestra com o historiador israelita Ilan Pappé, moderada pelo jornalista José Goulão.
Ilan Pappé é uma das figuras cimeiras da denúncia do sionismo e da ocupação da Palestina e da defesa dos direitos do povo palestino.
Professor de História, director do Centro Europeu de Estudos sobre a Palestina da Universidade de Exeter, Reino Unido, iniciou a sua formação académica na Universidade Hebraica de Jerusalém e leccionou na Universidade de Haifa entre 1984 e 2006.
Vão os EUA abandonar a lógica de guerra?
Manuel Raposo — 29 Abril 2018
A forma amistosa como parece ter decorrido a cimeira entre os chefes de estado coreanos, e a antecipação deste encontro em relação à prevista reunião de Donald Trump com Kim Jong-Un, mostram a intenção dos líderes coreanos de dizerem: quem decide o destino das Coreias são os coreanos. Mas não é certamente esse o pensamento do imperialismo norte-americano, que tudo fará para não perder o domínio que exerce há décadas sobre a Coreia do Sul e toda aquela parte do Pacífico.
“Soldado Milhões” — o filme e a lenda
António Louçã — 21 Abril 2018
O filme de Gonçalo Galvão Teles e Jorge Paixão da Costa que agora estreou será, para o público escassamente informado sobre a Primeira Grande Guerra, uma reconstituição estimulante de ambientes e de personagens. À primeira vista, as entorses ao rigor histórico serão desculpáveis com o formato de “ficção histórica” que é o do filme.
A Catalunha e o cárcere europeu
Pedro Goulart — 17 Abril 2018
Nos últimos dias, vimos nos média que as procuradorias espanhola e alemã estão a colaborar estreitamente na negociação de uma eventual extradição de Carles Puigdemont para Espanha. Recordamos que Puigdemont foi detido pela polícia alemã, em colaboração com a polícia espanhola, quando o dirigente político independentista catalão regressava à Bélgica, vindo da Dinamarca.
Criminosos e cúmplices no ataque à Síria
Manuel Raposo — 15 Abril 2018
O bombardeamento da Síria por parte dos EUA, Reino Unido e França, na noite de 13 para 14, não espanta ninguém. Ele foi o segundo acto da fantochada iniciada pelo governo britânico com o caso Skripal. De facto, a representante dos EUA na ONU (o robô Nikki Haley), quando falou sobre o suposto envenenamento do ex-espião, enunciou logo os alvos em toda a sua extensão: Síria, Rússia, Irão.
Exército israelita mata a sangue frio
2 Abril 2018
Nesta sexta-feira 30, uma manifestação pacífica de mulheres, homens e crianças palestinianos reclamava, dentro das fronteiras de Gaza, o direito de retorno às casas de onde foram expulsas em 1948 as suas famílias. O espírito que levou a população de Gaza a aproximar-se da fronteira imposta por Israel é bem ilustrado por esta afirmação de um dos manifestantes, reproduzida pelo enviado especial do Le Monde: “Queremos enviar uma mensagem ao ocupante. Estamos de pé, existimos”.
O síndrome das Lajes
Urbano de Campos — 2 Abril 2018
A forma empenhada e mesmo entusiástica como a comunicação social alinhou pelos EUA e Reino Unido no caso Skripal mostra que as críticas às “loucuras” de Trump (ou do seu émulo britânico Boris Johnson, ministro dos Negócios Estrangeiros) não são para levar a sério. Toda a direita, mas não só, repetiu à letra os argumentos da imprensa e dos fazedores de opinião norte-americanos e britânicos. Como Barroso e Portas que, na cimeira das Lajes em 2003, “viram” todas as provas de que Saddam Hussein era um perigo para o Planeta.
“Um teatro cuidadosamente montado”
30 Março 2018
O jornalista australiano John Pilger, um dos poucos com coragem para denunciar os crimes do imperialismo, como fez a respeito da invasão do Iraque em 2003, definiu o caso Skripal (ver entrevista à RT) como “um teatro cuidadosamente montado” pelo governo e pela imprensa do Reino Unido com o apoio do parlamento. Destaca ele que “é extraordinário que haja uma tentativa de homicídio e um local de crime e não haja provas nenhumas”.
As “armas de destruição massiva” ainda rendem
Urbano de Campos — 30 Março 2018
A campanha contra a Rússia, com a expulsão de dezenas de funcionários diplomáticos — a pretexto do envenenamento de um ex-espião russo ocorrido em Inglaterra — tem todos os traços e mais algum de uma montagem combinada dos EUA e do Reino Unido. E enquanto não houver, como certamente não haverá, provas provadas das acusações feitas pelo governo britânico, é como uma montagem que o caso deve ser tratado. Tal como as armas de destruição massiva o foram para a invasão do Iraque. A questão reside, pois, nos fins políticos da operação.
Uma mão lava a outra
Manuel Raposo — 23 Março 2018
Dá vontade de rir a súbita preocupação que, nos tempos mais recentes, perpassa nas fileiras do PSD e do CDS a respeito da “matriz ideológica” de cada um deles. No PSD, os apoiantes de Rio reclamam o regresso aos “valores” da “social-democracia”, contra o que terá sido uma “deriva liberal” da época Passos Coelho. No CDS, vincam-se os “princípios” da “democracia cristã”.