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À bomba
7 Novembro 2011
Na Líbia (como no Iraque e no Afeganistão) a democracia é imposta à bomba. Na Europa usam a coacção financeira para a limitar e até para a proibir. Quando é que a troika vai dar ordem à NATO para bombardear os povos que não aceitam a escravidão moderna das brutais medidas de austeridade? FB
De novo em apoio de Gaza
7 Novembro 2011
Mais uma flotilha (“Ondas de liberdade para Gaza”), composta por dois barcos, que estava a caminho de Gaza, foi interceptada pela marinha de guerra israelita. Os civis a bordo do “Tahrir” e do “Saoirse”, de vários países, tentaram de novo quebrar o cerco ilegal imposto por Israel a 1,6 milhões de palestinos de Gaza. Repetiu-se assim o que sucedera no verão passado com uma outra flotilha, a maior parte dela detida pelas autoridades gregas que actuaram em conluio com o governo de Tel Aviv. Agora, uma vez mais, as forças israelitas violaram o direito internacional em total impunidade e com a complacência das potências ocidentais.
24 de Novembro
Greve geral: um salto em frente ou apenas mais uma?
Manuel Raposo — 4 Novembro 2011
No final de uma reunião do CC do PCP (16 de Outubro), Jerónimo de Sousa afirmou a necessidade de os trabalhadores responderem às medidas do governo com uma “forma superior de luta” e apontou a realização de uma greve geral. Inteiramente de acordo. Mas, como nos últimos anos não têm faltado lutas, manifestações, greves e mesmo greves gerais – sem que isso tenha feito recuar o ataque patronal – tem de se colocar esta pergunta: uma greve geral para exigir o quê? Será isto que decidirá se a greve geral marcada para 24 de Novembro vai ser de facto uma forma superior de luta – concretamente, situar-se um degrau acima das lutas até agora levadas a cabo – ou vai ser apenas mais uma.
Cães de fila
26 Outubro 2011
“Duvido que nas próximas décadas os funcionários públicos vão ter de novo subsídios de férias e de Natal. (…) Estou disposto a assinar de cruz quaisquer medidas desde que se cumpram os objectivos acordados com a troika”. Afirmações de Pacheco Pereira, PSD, ex-deputado, no programa da SIC Notícias “Quadratura do Círculo” (20 de Outubro).
Um orçamento brutal, a caminho do liberalismo económico puro e duro
Pedro Goulart — 26 Outubro 2011
Corte nos subsídios de Natal e férias dos funcionários públicos e dos pensionistas, acréscimo do trabalho não pago (por via de mais meia hora de trabalho diário e de cortes nos feriados), forte alteração na estrutura do IVA, subida do IMI e do IRS, menos dinheiro para a saúde (menos 710 milhões de euros) e educação (menos 864 milhões de euros), estes alguns dos mais brutais ataques aos trabalhadores e ao povo inscritos no OE para 2012.
O Orçamento de Passos Coelho vai muito mais longe que as exigências da troika no esbulho de parte significativa do rendimento das classes trabalhadoras e do povo, pretendendo reduzir os custos de contexto do trabalho e, assim, aumentar a taxa de mais valia extorquida pelos capitalistas. E visa, também (outro dos vectores principais da actuação do governo), alterar substancialmente o peso relativo dos chamados sectores público e privado. Nomeadamente nos campos da saúde, educação e segurança social, sectores onde as medidas gravosas mais se fazem sentir.
Grécia: greve geral
20 Outubro 2011
Os principais sindicatos gregos começam ontem, dia 19, uma greve geral de 48 horas contra as novas medidas de austeridade anunciadas pelo governo, que prevêem o fim dos contratos colectivos, despedimentos de mais umas dezenas de milhares de trabalhadores e uma nova diminuição de salários. Também já foi convocada uma concentração para quinta-feira frente ao Parlamento, coincidindo com a discussão e eventual aprovação desse novo pacote de medidas. Estas lutas vêm na sequência das já numerosas, persistentes e combativas greves e manifestações levadas a cabo pelos trabalhadores e pelo povo grego contra as gravosas medidas de austeridade impostas pela UE e pelo FMI.
Hoje, manifestações em 951 cidades de 82 países
Unidos por uma viragem global
Manifesto internacional do 15 de Outubro
15 Outubro 2011
Em 15 de Outubro, povos de todo o mundo descem às ruas e às praças.
Da América à Ásia, da África à Europa, os povos levantam-se para reclamar os seus direitos e exigir uma verdadeira democracia. Está na hora de todos nós nos juntarmos num protesto global não violento.
Os poderes dominantes trabalham para beneficiar apenas uma minoria, ignorando a vontade da vasta maioria e o preço humano e ambiental que todos teremos de pagar. Esta situação intolerável tem de acabar.
Unidos, a uma só voz, diremos aos políticos e às elites financeiras que eles servem que somos nós, povo, quem decide do nosso futuro. Não somos mercadorias nas mãos de políticos e de banqueiros que não nos representam.
Revolta-te!
13 Outubro 2011
Em apoio das manifestações do passado dia 1 e da que vai realizar-se no próximo sábado, dia 15, o Colectivo de Comunistas Revolucionários e o Colectivo Mudar de Vida divulgaram um comunicado em que denunciam o ataque, agora conduzido pelo governo PSD/CDS, contra os assalariados. O texto afirma que o rumo dado pelo capital à vida do país é o desemprego maciço, o empobrecimento geral da população trabalhadora e a sua redução à condição de massa sem direitos. Contra isso, os dois colectivos sublinham de novo a necessidade de os movimentos de protesto se unirem numa plataforma de luta anticapitalista que force o patronato a recuar e que obrigue o capital a pagar a crise.
PSP e SIS espiam
Valentina volta a atacar
Carlos Completo — 10 Outubro 2011
Em diversos textos publicados no Diário de Notícias, Valentina Marcelino tem-nos habituado a olhá-la como uma espécie de porta-voz das forças repressivas, trabalhando e divulgando relatórios e informações pretensamente confidenciais, quando interessa ao Serviço de Informações e às várias polícias torná-los públicos. E voltou a ser assim agora, após a manifestação de 1 de Outubro convocada pela CGTP. Embora desta vez também tenha sido acompanhada por vários outros órgãos de comunicação do regime.
D. Policarpo e a troika
Pedro Goulart — 4 Outubro 2011
O agudizar da crise capitalista tem, também, a vantagem de obrigar à clarificação das posições dos diversos intervenientes na luta de classes. É bom que os trabalhadores, aqui particularmente os crentes, saibam com quem podem contar. Vem isto a propósito de uma recente entrevista de D. José Policarpo ao Jornal de Notícias, onde este faz afirmações que revelam bem, a quem ainda tivesse algumas dúvidas, de que lado da barricada se encontra o chefe da Igreja Católica em Portugal.