Polícias privados reclamam mais armas

Sexta-feira, 9 Novembro, 2007

O presidente da recém-criada Associação Nacional de Vigilantes, Rui Silva – que reúne os polícias privados a que chamamos “seguranças” – reclamou o acesso dos agentes privados a “armas de imobilização”, ou seja, aquelas que, por meio de choques eléctricos, atordoam e imobilizam quem se atrever a fazer-lhes frente. Há em Portugal mais de 40.000 “seguranças” no sector público e no privado, contingente que, em número, já supera os da PSP e da GNR. Pretendendo fazer passar por “armas de auto-defesa” esses engenhos (os “tasers”) que são realmente usados como armas de agressão pelas polícias de todo o mundo, estes polícias privados poderão ser, assim, auxiliares preciosos dos patrões na repressão dentro das empresas e dos serviços públicos. (Fonte: Lusa)






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