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Manifestação em Lisboa exige condenação dos agressores israelitas

Domingo, 25 Janeiro, 2009

cimg3152desfile_72dpi.jpgOntem em Lisboa, dia 24, uma concentração no Largo Camões, seguida de desfile até à Praça do Município, juntou cerca de 1500 pessoas em apoio da população palestiniana.
Apesar de os agressores israelitas terem parado o ataque, o problema não está resolvido, como salientaram os oradores que intervieram em nome dos promotores da manifestação – CPPC, MPPM, CGTP, MDM, Tribunal-Iraque e dezenas de outras organizações que tinham já promovido as concentrações realizadas em Lisboa nos dias 5 e 8 deste mês. Ainda no Largo Camões, uma bandeira da Palestina foi largada em balões e sobrevoou boa parte da Baixa da cidade. Os manifestantes gritavam “Palestina vencerá”.

cimg3148balao_72dpi.jpgOs discursos incidiram na denúncia dos crimes e da impunidade de Israel, na exigência de levantamento do bloqueio a Gaza e na urgência de apoiar o direito dos palestinianos a viverem livremente.

O representante do Tribunal-Iraque denunciou o “terror programado” como uma “ameaça permanente que Israel usa contra a população palestiniana”. E salientou as iniciativas internacionais em curso para levar os responsáveis israelitas à barra do Tribunal Penal Internacional e para lançar um boicote aos produtos e ao Estado israelita.

cimg3161arabes_72dpi.jpgNão deixando de lado a atitude das autoridades portuguesas, exigiu “o fim da cumplicidade” com que também elas “prestam apoio a Israel”. Nesse sentido, condenou o silêncio do Presidente da República, comentando o facto de “mais de 400 crianças trucidadas e milhares de estropiados para o resto da vida não merecem, pelos vistos, nenhuma palavra do senhor presidente”. Apontou igualmente as “declarações cínicas” do governo que “ao longo dos 22 dias da chacina colocavam carrascos e vítimas em pé de igualdade”; e denunciou ainda a solicitude com que o ministro Luís Amado se prontificou “a negociar com as autoridades norte-americanas o alargamento das funções da base açoriana das Lajes” através da qual os EUA têm prestado auxílio militar aos “terroristas israelitas”.






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